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O Livro

Sobre o Livro

Jogos_Politicos_Nas_Empresas_-_CAPATão logo as pessoas começaram a trabalhar juntas, engajaram-se em jogos políticos. Motivadas por ganhos de curto prazo - promoções, financiamento de projetos, status junto ao chefe - elas fazem mau uso de seu tempo e energia.
Hoje, quando muitas empresas estão lutando pela própria sobrevivência e por recursos escassos, há mais estresse e ansiedade, e os colaboradores engajam-se em jogos mais intensamente do que nunca.
Os especialistas organizacionais Mauricio Goldstein e Philip Read sustentam que os jogos políticos nas empresas - esses comportamentos manipuladores que desviam a atenção dos colaboradores do cumprimento de sua missão - são tanto conscientes quanto inconscientes.

 

Eles podem e devem ser minimizados. Neste livro, os autores fornecem ferramentas para diagnosticar os jogos mais comuns e apresentam um processo em três etapas para lidar eficientemente contra esse problema. Dentre os jogos analisados por eles estão:

  • Te peguei!: A identificação e a denúncia dos erros alheios como forma de ganhar pontos com a liderança.
  • Fofoca: Entrar na prática clássica do boato para ganhar vantagem política.
  • Sandbagging: Baixar propositalmente as previsões de vendas como jogada de negociação.
  • Zona cinza: Ampliar deliberadamente a ambigüidade ou a falta de clareza sobre quem deveria fazer o que, para evitar responsabilidades.
    Cheio de exemplos reais e divertidos, Jogos políticos nas empresas é um valioso recurso para gestores e todos os profissionais que querem substituir os jogos pela conversa franca em suas empresas e aumentar a produtividade, o comprometimento, a inovação e - em última análise - os resultados financeiros.

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Jogos do Mês

Jogo L4 - Envolvimento de Faz de Conta

Para jogar o Envolvimento de Faz de Conta, o gerente realiza pesquisas de opinião, reúne grupos de discussão ou convoca reuniões de envolvimento para comunicar que "sua opinião conta", mas tudo isso tem como objetivo apenas fazer com que as pessoas se sintam participantes, em vez de fazê-las participar realmente. A verdadeira intenção é apenas evitar queixas e fazer com  que os gerentes possam mostrar para seus chefes que estão "fazendo a coisa certa" - engajando seu pessoal no processo de tomada de decisões. Esse mesmo jogo ocorre quando os líderes envolvem superficialmente os subordinados diretos, solicitando seus pontos de vista sobre a estratégia do departamento, mas confiando apenas na propria opinião pessoal. O cinismo acaba sendo a resposta final dos subordinados a esse tipo de jogo, e perde-se  o respeito pela liderança. E a coisa é talvez ainda pior quando o gerente necessita de que seu pessoal se mostre realmente comprometido e colaborativo em um grande projeto, e encontra dificuldade em assegurar seu envolvimento.

Elogios sobre Jogos Politicos

jacopoUma leitura fantástica não apenas para líderes e executivos seniores, mas também para os profissionais que querem crescer dentro de organizações complexas. Goldstein e Read dissecam a dinâmica interpessoal que afeta o desempenho da empresa, proporcionam uma estrutura conceitual para compreensão dos jogos praticados nas empresas, e oferecem ferramentas práticas para correção desses comportamentos e aumento da eficiência.

Jacopo Bracco vice-presidente executivo, DIRECTV Latin America

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